Pages


Mostrando postagens com marcador Meio Ambiente. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Meio Ambiente. Mostrar todas as postagens

Formas de vida na Terra

Duas hipóteses tentam explicar como os primeiros seres vivos conseguiram obter e quebrar o alimento para sua sobrevivência.

Depois de muitas experiências feitas por vários cientistas, Louis Pasteur finalmente conseguiu provar a Teoria da biogênese, na qual a vida se origina de outra preexistente. Com a aceitação da biogênese, outra questão passou a atormentar os cientistas da época: “Se os seres vivos se originam de outro preexistente, como se originou o primeiro ser vivo?”.
Embora não tenhamos um retrato exato dos seres vivos mais primitivos, podemos imaginar que eles eram microscópicos, envoltos por uma membrana e que em seu interior ocorriam diversas reações químicas que eram ordenadas e controladas por informações genéticas. Essas reações transformavam o alimento, do qual esses seres vivos se alimentavam, em componentes do seu corpo, o que lhes permitiam crescer e se reproduzir. Mas você deve estar se perguntando: do que esses seres vivos se alimentavam? Por essa também ser uma questão que divide a opinião dos cientistas, duas hipóteses são aceitas, a hipótese heterotrófica e a hipótese autotrófica.

Hipótese heterotrófica

Como dissemos anteriormente, acredita-se que os seres vivos primitivos eram muito simples, assim como as reações químicas de suas células. Por esse motivo, cientistas acreditam que esses organismos apresentavam nutrição sapróbia, isto é, conseguiam seu alimento pela absorção de moléculas orgânicas simples dos mares primitivos, pois a produção do próprio alimento envolve a capacidade de produzir substâncias, o que esses organismos não apresentavam.
Nessa atmosfera primitiva não havia oxigênio, e, por isso, esses organismos primitivos deviam retirar a energia das moléculas de alimento através de mecanismos mais simples que a fermentação, que é realizada atualmente por alguns fungos e bactérias. Com a grande oferta de alimento, esses organismos obtinham energia e conseguiam se reproduzir, mas, com o passar do tempo, o alimento tornou-se escasso para o número de organismos. Dessa forma, teria se iniciado uma competição, levando à morte de muitos organismos. Segundo os defensores dessa hipótese, nessa época, alguns organismos vivos já teriam evoluído a tal ponto que já conseguiam captar a energia luminosa do Sol e empregá-la para produzir moléculas orgânicas usadas como alimento.

Hipótese autotrófica

Os defensores dessa hipótese acreditam que na Terra primitiva não havia quantidade suficiente de matéria orgânica para sustentar a multiplicação dos primeiros seres vivos até o aparecimento da fotossíntese. Eles defendem também que os seres vivos surgiram em locais mais protegidos, como o assoalho dos mares primitivos, já que a superfície terrestre era muito instável. Segundo esses cientistas, os primeiros organismos vivos eram quimiolitoautotróficos, ou seja, produziam seu alimento a partir da energia liberada por reações químicas entre componentes inorgânicos, como o enxofre e compostos de ferro.
Essa possibilidade consolidou-se após a descoberta de vida nas fontes termais submarinas, que se encontram no fundo dos oceanos. Muitas bactérias que vivem nesses locais são autótrofas, mas realizam um processo diferente da fotossíntese.
De acordo com essa hipótese, a partir dos primeiros seres quimiolitoautotróficos surgiramos seres que realizam a fermentação, depois os seres fotossintetizantes, e por fim os seres aeróbicos (que realizam a respiração).


Compartilhar:

A Importância das Árvores




As árvores são organismo essenciais para o equilíbrio do planeta Terra principalmente pela realização da fotossíntese. Assim, elas absorvem radiação solar e gás carbônico durante o dia liberando oxigênio e água, sendo este um processo contrário à respiração humana. Além do mais, a liberação de água é extremamente importante para o controle da umidade climática.


  • Uma grande árvore pode providenciar as necessidades de oxigênio para nossa existência
  • Retém CO2
  • Árvores podem reduzir a incidência de asma, câncer de pele e doenças relacionadas ao estresse, pois ajudam a diminuir a poluição do ar, promovem sombreamento e um ambiente atrativo, calmo e adequado para recreação
  • Ajudam a reduzir em até 10% o consumo de energia por meio do efeito de moderação climática local
  • Desenvolvem um papel importantíssimo no ecossistema pois são responsáveis por manter mais de 50% da biodiversidade
  • Árvores reduzem poluição sonora e os ventos, mantendo umidade do ar e chuvas regulares
  • Fornecem base para produtos como medicamentos e chás, além de frutas, flores, sementes, fibras, madeira, látex, resinas e pigmentos
  • Promovem saúde dos solos e evitam erosão com suas raízes
  • Beleza natural para nossos olhares e almas
As características tão incríveis e importantes das árvores vão além disso. Eles são os organismos que mais apresentam variações para se adaptar ao meio em que estão. Como exemplo, pode-se citar a salicina, substância que surgiu no Salgueiro para proteção de fungos e bactérias. Esta mesma substância foi utilizada para a produção de aspirina. Da mesma forma, muitos outros compostos presentes nas árvores são de extrema importância farmacêutica e para a elaboração de cosméticos.

Compartilhar:

Tipos de Poluição

A poluição é definida na legislação brasileira (Lei 6.938/81, Art.3, III) como a “…degradação da qualidade ambiental…” que direta ou indiretamente prejudiquem a saúde, segurança e o bem-estar da população, que criem condições adversas às atividades sociais e econômicas, que afetem desfavoravelmente a biota, as condições estéticas ou sanitárias do ambiente ou que lancem matérias ou energia em desacordo com os padrões estabelecidos.
Assim, podemos identificar diversos tipos de poluições que interferem em um ou mais dos aspectos citados acima:

* Poluição sonora: a poluição sonora é aquela causada pelo excesso de ruídos como aqueles causados pelos carros, máquinas e etc. , bastante comuns nos grandes centros urbanos e aos quais o homem, de certa forma, acabou se acostumando (o que na signifique que não seja prejudicial). Segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde) o limite máximo tolerável para a saúde humana é de 65dB. O efeito sobre a saúde humana dependerá, contudo, do nível de ruído e do tempo de exposição. Por exemplo uma pessoa que trabalhe 8 horas por dia, todos os dias, com ruídos do nível de 85dB, após dois anos, apresentará, com certeza, problemas auditivos causados pela poluição sonora. Uma forma de amenizar a poluição sonora é a utilização de equipamentos de segurança (fones de ouvido por exemplo) e a aplicação de tecnologias menos ruidosas ou que abafem os ruídos.

* Poluição visual: outra grande fonte de poluição, principalmente nos meios urbanos é a poluição visual. As imagens de outdoors, cartazes, e diversos outros meios de comunicação servem para transmitir informações, entretanto, o uso excessivo destes recursos pode ser considerado poluição. O tema “poluição visual” é algo ainda bastante novo e, talvez por isso, ainda muito controverso. De um lado, estão os que defendem que o excesso de propagandas e informações causa inúmeros problemas (como stress, desconforto visual, distração para os motoristas, etc.) e de outro estão aqueles que acreditam que isso tudo não passa de um “policiamento estético” do meio urbano.

* Poluição atmosférica: a poluição atmosférica é aquele que afeta as condições do ar que respiramos. Suas principais fontes são as indústrias e os automóveis que lançam diversos tipos de gases na atmosfera como o dióxido de carbono, óxidos de enxofre e materiais particulados. Estes gases podem causar diversos danos à saúde humana como doenças respiratórias e alergias que são especialmente graves para crianças e idosos.

* Poluição da água: a poluição dos corpos hídricos (rios, lagos, etc.) é talvez a mais comum de todas as poluições. Durante toda a sua historia o homem sempre procurou locais próximos a cursos d’água para se estabelecer e acabou comprometendo a qualidade das águas ao lançar esgotos de indústrias, residências, e toda sorte de empreendimentos. Atualmente existem leis que proíbem este tipo de destinação para os esgotos, mas ainda são muitos os locais onde isso acontece devido, dentre outras coisas, à fiscalização deficiente. Outro agravante é que praticamente toda forma de poluição atmosférica e do solo acaba indo parar na água quando ocorrem as chuvas.

* Poluição do solo: todo resíduo que é despejado no solo sem cuidado algum (o que não é o caso de aterros sanitários, por exemplo) caracteriza um tipo de poluição. Os conhecidos “lixões”, locais para onde eram levados os resíduos produzidos em uma cidade, e que hoje em dia são ilegais, constituem uma fonte de poluição do solo assim como os agrotóxicos e defensivos agrícolas que, se usados indiscriminadamente podem provocar a contaminação do solo e, na ocorrência de chuva, dos corpos hídricos (quando a água da chuva arrasta para os rios e lençóis freáticos toda a poluição que estava no solo).
Compartilhar:

Floresta amazônica é mais resistente ao aquecimento global, diz estudo

Pesquisadores britânicos chegaram a conclusão de que a floresta Amazônica é mais resistente ao aquecimento global do que se esperava. A boa notícia veio após uma série de modelos matemáticos que levou em conta um eventual aumento da emissão de CO2 por conta do maior uso de combustíveis fósseis, mais desmatamento e consequências de fenômenos climáticos como o El Niño e La Niña.

“É pouco provável que o aquecimento global vá extinguir a floresta Amazônica ou outra floresta tropical. Isto é uma boa notícia”, disse ao iG Peter Cox , professor de dinâmica do sistema climático da Universidade de Exeter, no Reino Unido e autor principal do estudo publicado esta semana no periódico científico Nature .

De acordo com o estudo, para cada 1º C aumentado na temperatura dos trópicos são liberados 50 bilhões de toneladas de carbono. Algo bem menos expressivo que o previsto em estudos anteriores. “Felizmente, essa liberação de carbono é combatida pelos efeitos positivos da fertilização de dióxido de carbono no crescimento das plantas na maioria dos cenários do século 21, de modo que as florestas globais devem continuar a acumular carbono”, disse Cox.

Para entender a relação entre florestas e dióxido de carbono na atmosfera é preciso levar em conta que as florestas são capazes de transferir carbono da atmosfera para sedimentos, onde fica estocado por séculos. É o fenômeno da fotossíntese, que faz com que plantas processem o dióxido de carbono (CO2) e água em compostos orgânicos, produzindo oxigênio (O2). Com isto os níveis recordes de gases causadores do efeito estufa – incluindo principalmente o dióxido de carbono – são reduzidos.

Porém, com a morte das árvores, parte do dióxido de carbono na atmosfera não é absorvida, e ainda por cima uma quantidade extra do gás é liberada na atmosfera por causa da decomposição da árvore, o que pode piorar o aquecimento global.

Cox explica que o que difere o seu modelo dos anteriores, e que são muito mais catastróficos quanto ao aumento do aquecimento global, é que ele observou as mudanças climáticas ano a ano e não a média no longo prazo. A equipe de pesquisadores analisou a variação da concentração de dióxido de carbono na atmosfera e relacionou com o montante de carbono armazenado nas florestas tropicais. Com isto, eles descobriram que mesmo os modelos climáticos que previam o fim das florestas tropicais por causa das mudanças climáticas também tinham uma larga variação de ano para ano. Já os modelos em que as florestas tropicais eram menos sensíveis às mudanças climáticas apresentavam “uma variação mais realista” da variação de dióxido de carbono.

Os autores também conseguiram avaliar esta relação até mesmo em anos considerados anômalos, como por exemplo, os anos com a presença dos fenômenos climáticos El Niño ou La Niña – quando o aquecimento ou esfriamento das águas do Pacífico alteram os padrões do clima em todo o mundo.

“Quanto mais liberamos CO2 no ar, seja por combustíveis fósseis ou desmatamento, mais temos aquecimento”, afirmou Cox. O pesquisador explica que esta relação permite prever o aquecimento global a partir da liberação de CO2 . Porém, existem também outras variáveis, como por exemplo, a seca que atingiu a Amazônia entre 2005 e 2010 . “Por causa da forte seca, causada em grande parte por causa do fenômeno El Niño, árvores morreram resultando em maior liberação de CO2 . Porém no período de ocorrência da La Niña, pudemos observar que o armazenamento de CO2 é bem maior”, disse. (Fonte: Portal iG)
Compartilhar:

A busca da sustentabilidade

Ampliar a temática ambiental na educação formal, sensibilizar gestores responsáveis por políticas públicas produtoras de grande impacto ambiental e ampliar alianças e parcerias com a sociedade civil, foram alguns dos desafios da educação Ambiental levantados durante debate realizado na tarde desta quinta-feira (7), em Brasília. O encontro, promovido pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA), reuniu especialistas que refletiram sobre as políticas públicas de educação ambiental e mobilização social.

O diretor do Departamento de Educação Ambiental (DEA), da Secretaria de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental (SAIC) do MMA, Nilo Diniz, ressaltou que o encontro serviu para refletir sobre como é possível fortalecer o processo educativo, para que ele se torne cada vez mais eficiente no país.

Pesquisa - A professora da Universidade de Brasília (UnB), Leila Chalub, falou sobre as perspectivas e os desafios do tema no âmbito das universidades. “Não há como trabalhar a educação ambiental, se não for por meio da possibilidade da pesquisa”, afirmou, reforçando a importância da integração de saberes e da abordagem interdisciplinar neste processo educativo.

A ação do estado foi o foco da palestra de José Quintas, ex-coordenador-geral de Educação Ambiental do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Enfatizou que não adianta difundir conhecimento de modo meramente instrumental. “É necessário disseminar concepções e práticas de educação ambiental comprometidas com o desenvolvimento da nossa problemática socioambiental e com o protagonismo transformador da sociedade”, enfatizou.

Para Marcos Sorrentino, assessor especial do Ministro da Educação e livre docente da Universidade de São Paulo (USP), é preciso fortalecer a educação ambiental como instrumento transformador do modelo social atual. “Precisamos apresentar caminhos que materializem a mudança que a educação é capaz de realizar”, destacou. Reforçou, ainda, a necessidade de se desenvolver a Educação Ambiental de forma permanente e articulada.

Ferramenta - A professora Vera Catalão, da UNB, também chamou a atenção para o poder da Educação Ambiental como ferramenta crítica, transformadora e reflexiva. Ela salientou que devem existir autores e coautores envolvidos com o tema ambiental. “Para que as ações sejam realizadas em parceria e de forma compartilhada. A Educação Ambiental demanda a união de saberes”, finalizou.

O painel reuniu, além dos especialistas, servidores do MMA e das unidades vinculadas, estudantes e acadêmicos envolvidos com o tema, que também contribuíram para a discussão. Nilo Diniz esclareceu, ainda, que o grande desafio será consolidar tudo que foi debatido em dois importantes eventos que acontecerão neste ano – a 4ª Conferência Nacional de Meio Ambiente e Conferência Infanto- Juvenil pelo Meio Ambiente. “Será uma oportunidade de levar o tema a todos os brasileiros e debater com a sociedade a importância da Educação Ambiental”, afirmou. (Fonte: MMA)
Compartilhar:

Chorume - líquido percolado

lixo em decomposição
O chorume, é um líquido escuro e viscoso (altamente poluente) proveniente de processos biológicos, químicos e físicos da decomposição de resíduos orgânicos. O termo era anteriormente utilizado para definir a substância resultante da gordura dos animais e passou a ter um significado um pouco mais amplo. Essa substância é encontrada principalmente em lixões, aterros sanitários e também em cemitérios, passando a ser chamado de necrochorume ( líquido resultante da decomposição de cadáveres ).

O tratamento do chorume é de grande importância para o planeta e visa evitar que esse líquido atinja a água dos mananciais, contaminando os recursos hídricos e, por conseguinte, os seres aquáticos e inclusive os frutos e vegetais que da água também dependem para crescer. A grande quantidade de matéria orgânica no chorume é também causa de atração dos insetos, como baratas, moscas, mosquitos, além de roedores, que podem ser veículo de transmissão de doenças para os seres humanos.
Compartilhar:

Floresta tropical

©2007 HowStuffWorks/Museu Paraense Emílio Goeldi
floresta tropical existe em três continentes da Terra: na América, na África e na Ásia.
Das três, a menor área de floresta tropical é a africana, que compreende a Libéria, o golfo da Guiné, e principalmente a Floresta do Congo.
No caso da americana cobre a Mata Atlântica compreendida pelo Brasil, indo ao sul até à bacia do Prata.
Este bioma é composto por grande quantidade de espécies vegetais e animais, apesar do solo ser muito pobre; esta pobreza se deve ao fato de haver uma camada de areia facilitando a infiltração rápida da água, mas ocorre a decomposição da matéria orgânica (folhas, fezes e restos de seres vivos) propiciada pela sombra, calor e umidade, formando-se uma camada de cerca de 50 centímetros de húmus. A temperatura média anual é sempre em torno de 20 °C, a pluviosidade anual aproximadamente de 1200 mm, sua localização média é na faixa entre os trópicos, daí a denominação de floresta tropical. Uma das principais características da floresta tropical é a biodiversidade vegetal e animalEm torno de 60% de todas as espécies do planeta se encontram neste ecossistema.

Características


Flora: São fechadas e heterogêneas. Nelas aparecem árvores de grande e médio porte como bromélias, begônias, orquídeas, cipós , briófitas, pau-brasil, jacarandá, peroba, jequitibá-rosa.
Fauna: Mico-leão-dourado, onça-pintada, bicho-preguiça, capivara.
Clima: A temperatura média anual é sempre em torno de 20 °C, a pluviosidade anual aproximadamente de 1200 mm
Ocupação Humana: O uso de plantas para se produzir remédios, matérias-primas para a produção de vestimentas, corantes, essências de perfumes, insumos para a indústria alimentícia trazem prejuízos para esse bioma, assim como o corte de árvores feitos de maneira incorreta.
Impactos Ambientais: Causam a extinção de algumas espécies da fauna e da flora, reduzem a região de ocupação desse bioma e são favoráveis ao clima.
Compartilhar:

Catastrofes Naturais no Mundo

As catástrofes mundiais estão acontecendo devido a diversos fatores, veja aqui alguns motivos e imagens disso estar acontecendo.

O Mundo

mundo está presenciando várias catástrofes naturais que infelizmente matam milhares de pessoas inocentes que poderiam esta viva nesse instante, mas quando uma catástrofe acontece não da para fazer quase nada dependendo da intensidade da catástrofe, num terremoto inesperado, por exemplo, não da para sair correndo de um prédio de muitos andares, ou nesse mesmo  terremoto que pode acontecer de madrugada não pode dar tempo de se proteger dentro ou fora da própria casa.
Catástrofes Naturais
Os japoneses convivem com vários terremotos fortes que abalam vários prédios, só que esse país treina toda sua população para agir certo na hora em que sentir um tremor forte de terra.
Os haitianos não tiveram esse mesmo treino que até poderia ter evitado milhares de mortes no terremoto que aconteceu no começo desse ano, muitos chilenos também não tiveram esse treino e estão sofrendo com esse terremoto que aconteceu na madrugada desse último sábado, foi um horário que pegou muitos chilenos dormindo em suas residências que nesse momento devem estar no chão.
Conhecimento
Há outros países do mundo que também sofrem com terremotos mais fracos, ondas gigantes que varrem uma cidade inteira e até tornados que leva tudo o que aparece pela frente.
Essas catástrofes não podem ser evitadas por nenhum ser humano que estuda diariamente algumas catástrofes que acontecem com mais frequência, se tivesse uma forma de evitar catástrofes naturais daria para salvar milhares de vida no mundo inteiro, mas como não há é bom se proteger muito na hora em que alguma catástrofe acontecer inesperadamente.

Fonte: guiadicas.net

Compartilhar:

Consequências do Efeito Estufa

Consequência do efeito estufa
Introdução

O Efeito Estufa gerado pela emissão de gases poluentes podem provocar diversas consequências negativas no meio ambiente. Clima, vegetação, fauna e ecossistemas podem ser afetados pelo aumento de temperatura provocado por este processo. Muitos destes problemas ambientais já podem ser sentidos como, por exemplo, o derretimento das calotas polares e o aumento da temperatura no planeta. 



Principais consequências do Efeito Estufa no Meio Ambiente:

- Retenção do calor na atmosfera fazendo com que aumente a temperatura no planeta;
- Com o aumento da temperatura no planeta (aquecimento global), já está em processo o derretimento das geleiras das calotas polares;
- O derretimento das calotas polares provoca o aumento da quantidade de água nos oceanos, podendo provocar, em breve, o alagamento de cidades litorâneas e a submersão de ilhas;
- O aquecimento global provocado pelo efeito estufa pode acelerar o processo de desertificação em algumas regiões do planeta;
- O efeito estufa pode alterar o funcionamento equilibrado de ecossistemas, provando o desaparecimento de espécies vegetais e animais;
- Mudanças climáticas provocadas pelo efeito estufa podem potencializar fenômenos ambientais como, por exemplo, furacões, tempestades, secas e quantidade de chuvas (com enchentes) em determinadas regiões;
- O efeito estufa potencializa os danos provocados pelos poluentes na saúde das pessoas, principalmente nos grandes centros urbanos;
- Ao gerar o aquecimento da temperatura, o efeito estufa pode aumentar as condições favoráveis para o princípio de incêndios em áreas verdes, principalmente em épocas secas e de baixa umidade;
- As mudanças climáticas geradas pelo efeito estufa podem alterar os cursos naturais das correntes marítimas, provocando a extinção de diversas espécies de peixes e outros animais marinhos;
- Ao modificar o clima de determinadas áreas, o efeito estufa pode prejudicar a agricultura em determinadas regiões, diminuindo a produção de alimentos no mundo todo.


A principal inicativa internacional para tentar minimizar o problema é o Protocolo de Kyoto, um tratado assinado em 1997 que estabelece metas de redução na emissão dos gases estufa.

Compartilhar:

Onde o meio ambiente fala mais alto


De acordo com a ONG ambientalista Conservação Internacional (CI), existem no mundo dezessete países que concentram mais de 70 por cento de toda a fauna e flora pesquisados no planeta. Esses países são chamados de megabiodiversos. No ranking dos megabiodiversos, o Brasil ocupa o primeiro lugar, respondendo por 12 por cento de toda a vida natural da Terra. A maior parte das espécies animais e vegetais dessa biodiversidade encontra-se na floresta amazônica, que cobre metade de todo o território brasileiro e ainda se espalha por outros oito países da América do Sul.
Com 1,5 milhão de quilômetros quadrados, o Amazonas tem todo o seu território no interior da floresta amazônica. Maior estado brasileiro, nele se encontra a bacia do rio Amazonas, responsável por um quinto de toda a água doce do mundo. A bacia hidrográfica do estado é muito grande, e a maior parte da população que vive em seus 62 municípios é ribeirinha. Como muitas regiões sofrem cheias periódicas, é comum encontrar residências construídas sobre palafitas à beira de rios.
No Amazonas encontram-se também importantes áreas de conservação ambiental. Entre os municípios de Barcelos e Novo Airão, a cerca de 400 quilômetros da capital, Manaus, fica o Parque nacional do Jaú. Com uma área de 2,2 milhões de hectares, é o maior parque nacional do Brasil e o maior do mundo em floresta tropical úmida contínua e intacta. O parque encontra-se na região de Mariuá, o maior arquipélago fluvial do mundo, com cerca de 1400 ilhas nas aguas do rio Negro. Rios, lagos, florestas inundadas, praias fluviais, campos e pântanos compõem a diversidade de paisagens de Mariuá.
Um dos animais encontrados na região é o boto-cor-de-rosa, mamífero que chega a atingir 2,5 metros de comprimento e vive na parte rasa dos rios. Em torno desse animal existem muitas lendas contadas pelas populações ribeirinhas. Numa delas, diz-se que, nas noites de lua cheia de junho, o boto sai do rio e se transforma num homem que seduz a moça mais bonita que encontrar.
Outro município amazonense com grandes áreas de preservação é São Gabriel da Cachoeira, a mil quilômetros de Manaus, já na fronteira com a Colômbia e a Venezuela. Em suas terras localiza-se o Parque Nacional do Pico da Neblina, onde se encontra o ponto mais elevado do território brasileiro. São Gabriel da Cachoeira também se caracteriza por ser um município brasileiro com maior participação de indígenas na população: nada menos que 90 por cento. Na cidade, além da língua portuguesa, outros três idiomas indígenas são considerados cooficiais: o nheengatu, o tukano e o baniwa.
A forte presença indígena no estado deixou sua marca em várias manifestações culturais. Uma delas é a Festa do Boi, que acontece todos os anos na última semana de junho na cidade de Parintins, a 325 quilômetros da capital.
Na capital amazonense, um dos destaques são as construções do final do século XIX, erguidas na época em que Manaus se desenvolveu com a riqueza proporcionada pela borracha. Um exemplo é o Teatro Amazonas, inaugurado em 1896. Em seu palco já se apresentaram renomados artistas nacionais e estrangeiros, como o cantor de ópera italiano Enrico Caruso (1873-1921) e a atriz francesa  Sarah Bernhardt (1844-1923).

Fonte de pesquisa: História em movimento, Vol. 3 (pág. 392-393)
Compartilhar:

Teoria de Gaia

O que é

Teoria de Gaia, também conhecida como Hipótese de Gaia, é uma tese que afirma que o planeta Terra é um ser vivo. De acordo com esta teoria, nosso planeta possui a capacidade de auto-sustentação, ou seja é capaz de gerar, manter e alterar suas condições ambientais.

Teoria de Gaia: o planeta
Terra é um ser vivo
Criação 

A Teoria de Gaia foi criada pelo cientista e ambientalista inglês James Ephraim Lovelock, no ano de 1969. Contou com os estudos da bióloga norte-americana Lynn Margulis. O nome da teoria é uma homenagem a deusa Gaia, divindade que representava a Terra na mitologia grega.

A aceitação da teoria ontem e hoje

Quando foi lançada, esta teoria não conseguiu agradar a comunidade de cientistas tradicionais. Foi, primeiramente, aceita por ambientalistas e defensores da ecologia. Porém, atualmente, com o problema do aquecimento global, esta teoria está sendo revista e muitos cientistas tradicionais já aceitam algumas idéias da Teoria de Gaia.

Compartilhar:

Poluição da Água


Poluição da água é a introdução de partículas estranhas ao ambiente natural, bem como induzir condições em um determinado curso ou corpo de água, direta ou indiretamente, sendo por isso potencialmente nocivos à fauna, flora, bem como populações humanas vizinhas a tal local ou que utilizem essa água.

Hoje em dia a poluição da água é questão a ser tratada em um contexto global. Considera-se que esta é a maior causadora de mortes e doenças pelo todo o mundo e que seja responsável pela morte de cerca de 14000 pessoas diariamente.
A água é geralmente considerada poluída quando está impregnada de contaminantes antropogênicos, não podendo, assim, ser utilizada para nenhum fim de consumo estritamente humano, como água potável ou para banho, ou então quando sofre uma radical perda de capacidade de sustento de comunidades bióticas (capacidade de abrigar peixes, por exemplo). Fenômenos naturais, como erupções vulcânicas, algas marinhas, tempestades e terremotos são causa de uma alteração da qualidade da água disponível e em sua condição no ecossistema.
Há três formas principais de contaminação de um corpo ou curso de água, a forma química, a física e a biológica:
  • a forma química altera a composição da água e com esta reagem;
  • a forma física, ao contrário da química, não reage com a água, porém afeta negativamente a vida daquele ecossistema;
  • a forma biológica, consiste na introdução de organismos ou microorganismos estranhos àquele ecossistema, ou então no aumento danoso de determinado organismo ou microorganismo já existente.
Além das formas, temos duas categorias de como pode se dar a poluição:
a) poluição localizada, onde a fonte de poluição origina-se de um ponto específico, como por exemplo, uma vala ou um cano. Exemplos de tal forma são o despejo de impurezas, por parte de uma estação de tratamentos residuais, por parte de uma empresa ou então por meio de um bueiro.
b) poluição não localizada é uma forma de contaminação difusa que não possui origem numa única fonte. É geralmente o resultado de acumulação do agente poluidor em uma área ampla. A água da chuva recolhida de áreas industriais e urbanas, estradas bem como sua consequente utilização é geralmente categorizada como poluição não localizada.
Como principais contaminantes da água, pode-se citar:
  • elementos que contenham CO2 em excesso (como fumaça industrial, por exemplo)
  • contaminação térmica
  • substâncias tóxicas
  • agentes tensoativos
  • compostos orgânicos biodegradáveis
  • agentes patogênicos
  • partículas sólidas
  • nutrientes em excessos (eutrofização)
  • substâncias radioativas
Como recurso hídrico indispensável, torna-se cada vez mais importante a conscientização sobre a melhor forma de tratamento da água como sustentáculo da vida no planeta. Ainda mais se pensarmos que a maioria das comunidades espalhadas pelo planeta possuem pouca consciência sobre a melhor forma de tratamento de um de seus recursos mais importantes.

Compartilhar:

Conceito de Ecologia

O termo Ecologia (do grego oikos, casa, e logos, Ciência), empregado pela primeira vez em 1866 pelo zoólogo alemão Ernst Haeckel (1834-1919), designa o estudo das relações dos seres vivos entre si e com o ambiente em que vivem.
A Ecologia é uma ciência abrangente, que utiliza conceitos da Biologia, da Física e da Química, entre outros, e permite, juntamente com as Ciências econômicas e sociais, entender a complexidade das relações entre a humanidade, os outros seres vivos e o planeta.
Nas últimas décadas, a sociedade parece ter finalmente despertado para os problemas ambientais causados pelo grande aumento na exploração de recursos naturais pela humanidade. Estamos tomando consciência de que é preciso fazer algo para evitar a degradação do ambiente em nosso planeta. Nesse contexto, os conhecimentos ecológicos são fundamentais para tentarmos reverter alguns dos graves problemas ambientais que nós mesmos provocamos.


                                                             
Compartilhar:
Página inicial

Postagens populares

Seguidores